E a noite é um risco que todo poeta corre
de navegar na imensidão de seus versos
que fluem talvez do luar e das estrelas
de um céu descoberto de metades...
A noite é o vício de todo poeta lírico
inspirando sua lira entre orvalhos
entrelinhas entre rimas/acordes
que acordam distantes sonares
A noite é prelúdio de todo poema
que inicia sua cena diante dos mares
ou debaixo do sereno, pequeno detalhe
enredos viáveis aos que não se contentam.
Ana Paula B. Coelho
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